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Defensoria Pública vai apurar atuação da PM para conter manifestantes no Rio

Confronto ocorreu próximo ao Maracanã, palco da partida entre Brasil e Espanha

Defensores públicos que acompanharam a manifestação perto do Maracanã, no Rio de Janeiro, e o confronto com a Polícia Militar (PM), vão apurar se houve abuso ou exagero por parte das forças de segurança. "Os primeiros objetos lançados foram por iniciativa dos manifestantes, então, de certa forma, foi legítima a reação da polícia", ponderou Henrique Guelber, do Núcleo de Defesa dos Direitos Humanos da Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro.

Segundo ele, 14 profissionais acompanharam a ação deste domingo ara verificar a atuação da polícia, alguns in loco e outros na Central de Comando. "Eu não consigo afirmar se houve abuso ou não, não consigo fazer essa leitura agora. Foi um tumulto, um corre-corre, a gente não consegue definir", explicou.

Quem quiser relatar abusos da polícia deve ligar para o número 129 da Defensoria Pública, que atende durante 24 horas. O confronto teria começado depois que um grupo de manifestantes arremessou pedras e latas contra os policiais militares, que reagiram disparando bombas de gás lacrimogêneo.

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