Um dos mortos já foi identificado informalmente. Trata-se de Moisés Moraes da Silva que, segundo sua prima Vera Lúcia dos Santos Freitas, que reconheceu o corpo, trabalhava como catador de papéis e se encontrava na porta de um dos prédios que desabaram na Avenida 13 de Maio. No início da tarde, uma equipe da Cruz Vermelha Brasileira esteve no Instituto Médico Legal (IML) para prestar assistência aos parentes das vítimas. A organização forneceu mantimentos e colocou uma equipe à disposição das famílias para atendimento psicológico.
O secretário estadual de Defesa Civil, coronel Sérgio Simões, disse que os bombeiros "correm contra o tempo" porque o período máximo de encontrar sobreviventes é de 24 horas depois do acidente, ou seja, até as 20h30min desta quinta-feira. "Agora é uma corrida contra o tempo, estamos priorizando a possibilidade de haver sobreviventes. A chance vai diminuindo, porque os espaços vão se reduzindo", afirmou o secretário. Apesar disso, de madrugada ele já havia falado que as chances de encontrar vítimas com vida são pequenas.