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Defesa Civil Nacional vai a Brumadinho avaliar situação

Equipe do Ministério de Desenvolvimento Regional deve chegar na cidade hoje à noite

Ministério informou que está em contato com a Defesa Civil da prefeitura
Ministério informou que está em contato com a Defesa Civil da prefeitura Foto : Divulgação / Corpo de Bombeiros / CP
Uma equipe da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil, vinculada ao Ministério do Desenvolvimento Regional, está se dirigindo à Brumadinho (MG), cidade próxima da capital Belo Horizonte, para avaliar a situação após o rompimento de uma barragem no município. Fazem parte da equipe o secretário, Alexandre Lucas; o diretor do Centro Nacional de Monitoramento, Armin Braun, e técnicos da Defesa Civil. 



A Prefeitura de Brumadinho emitiu comunicado de urgência pedindo para que a população mantenha distância do Rio Paraopeba. A mensagem, na página da prefeitura no Facebook, tinha quase 1.200 compartilhamentos até o momento

O ministério informou que está em contato com a Defesa Civil da prefeitura, à frente da atuação em razão do episódio. A equipe do Ministério de Desenvolvimento Regional deve chegar a Brumadinho hoje à noite. A barragem pertence à mineradora Vale, a mesma empresa responsável pela estrutura que rompeu na também cidade mineira de Mariana. Em nota, a empresa informou que se trata de uma barragem na Mina Feijão.

"As primeiras informações indicam que os rejeitos atingiram a área administrativa da companhia e parte da comunidade da Vila Ferteco. Ainda não há confirmação se há feridos no local. A Vale acionou o Corpo de Bombeiros e ativou o seu Plano de Atendimento a Emergências para Barragens", informou a empresa. Segundo a empresa, a prioridade é "preservar e proteger a vida de empregados e de integrantes da comunidade". O comunicado não explica a causa do rompimento.

O Ibama enviou uma equipe para Brumadinho, em Minas Gerais, tão logo foi informado sobre o rompimento da barragem da Vale. A equipe foi enviada a despeito do licenciamento da empresa ter sido feito pelo Estado - mesmo caso da Samarco - e não pelo governo federal, em razão da gravidade do caso e também porque o rio em que houve o desabamento desemboca no São Francisco, administrado pela União.