"Os números estão chegando e estamos lendo com um sentimento de assombro", disse Mark Serreze, diretor do Centro de Dados Nacional de Gelo e Neve, vinculado à universidade. "Se o degelo parasse agora, repentinamente, teríamos a terceira baixa no registro de satélites. Ainda temos outras duas semanas pela frente, então muito provavelmente teremos um novo recorde", relatou.
O recorde anterior foi registrado em 2007, quando a cobertura encolheu 4,25 milhões de quilômetros quadrados, causando espanto entre os cientistas que não tinham previsto um degelo dramático tão cedo. A causa do fenômeno gera debates sobre a influência humana no aquecimento atmosférico através do efeito estufa pela queima de combustíveis fósseis e outras atividades industriais.