O diretor-geral do DEP, Ernesto Teixeira, a limpeza das valas irá melhorar a drenagem dos locais atendidos, que transbordam com facilidade e, muitas vezes, invadem casas e causam problemas de saúde pública. “Vamos solucionar um problema que atormenta os moradores. Quero tranquilizar a população de que estamos preparando Porto Alegre para receber chuvas fortes”, afirmou, lembrando da enxurrada no meio de março, que deixou vias intransitáveis. “Tivemos uma chuva fora de padrão, que não ocorria há 30 ou até 50 anos, e esse é um problema mundial”, avaliou.
DEP inicia mutirão para limpeza de valas em Porto Alegre
Órgão acredita que medida irá diminuir as chances de alagamento
O Departamento de Esgotos Pluviais (DEP) iniciou nesta semana um mutirão de limpeza de valas para diminuir as chances de alagamentos em Porto Alegre. Durante um mês, equipes trabalharão na região Sul e Extremo Sul da cidade, incluindo os bairros Ponta Grossa e Belém Novo. Na próxima semana, começa a desobstrução das correntes de água na zona Norte. A limpeza também se estenderá até a zona Leste e deve durar cerca de dois meses no total.
O diretor-geral do DEP, Ernesto Teixeira, a limpeza das valas irá melhorar a drenagem dos locais atendidos, que transbordam com facilidade e, muitas vezes, invadem casas e causam problemas de saúde pública. “Vamos solucionar um problema que atormenta os moradores. Quero tranquilizar a população de que estamos preparando Porto Alegre para receber chuvas fortes”, afirmou, lembrando da enxurrada no meio de março, que deixou vias intransitáveis. “Tivemos uma chuva fora de padrão, que não ocorria há 30 ou até 50 anos, e esse é um problema mundial”, avaliou.
O diretor-geral do DEP, Ernesto Teixeira, a limpeza das valas irá melhorar a drenagem dos locais atendidos, que transbordam com facilidade e, muitas vezes, invadem casas e causam problemas de saúde pública. “Vamos solucionar um problema que atormenta os moradores. Quero tranquilizar a população de que estamos preparando Porto Alegre para receber chuvas fortes”, afirmou, lembrando da enxurrada no meio de março, que deixou vias intransitáveis. “Tivemos uma chuva fora de padrão, que não ocorria há 30 ou até 50 anos, e esse é um problema mundial”, avaliou.