De acordo com a assessoria de imprensa da PF, um software utilizado na operação cruzou os resultados dos testes e descobriu um padrão que indicou a fraude. Os bandidos alternavam algumas questões erradas em cada gabarito, que era vendido aos candidatos, para dificultar que o golpe fosse descoberto. A PF não soube informar o valor negociado.
O Ministério Público Federal (MPF) ofereceu denuncia contra mais sete pessoas que burlaram as provas. Anteriormente, 64 pessoas já haviam sido indiciadas pelo MPF por fraudarem concurso da PF, em 2009, e 37 por esquema no teste da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), em 2010. A PF não soube informar o que aconteceria com as pessoas que compraram os gabaritos das provas.