A pista está totalmente bloqueada, nos dois sentidos, e a Univias informa que ainda não há rota alternativa para fazer o percurso.
Os engenheiros estudam duas alternativas: a utilização de máquinas para mover os detritos e desbloquear a rodovia e, no caso de os aparelhos não darem conta do peso das rochas, fazer a explosão calculada do material. Qualquer que seja a medida, contudo, a estrada não será liberada antes de uma análise de segurança na encosta.
Conforme a Univias, a grande quantidade de chuvas no Estado, possivelmente provocou alterações no terreno. A partir do momento em que o solo secou, as rochas começaram a deslizar e não há garantias de que mais pedras não vão cair sobre o local.
Confira aqui o local do desmoronamento:
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