Na tarde desta segunda-feira, com o auditório da Famurs na Capital lotado, os proprietários desses empreendimentos tiveram contato com autoridades como o promotor de Justiça, Adriano Marmitt, a delegada da Polícia Civil, Carmem Régio, o representante da Procuradoria Geral do Estado (PGE), Paulo Jardim, a representante da Famurs, Renata Becher, além da Brigada Militar. Serão feitos outros encontros, perfazendo sete regiões do RS. Foram tiradas dúvidas quanto a preceitos de administração pública, entre outros assuntos. “Até hoje, muitos trabalham na informalidade e queremos que se tornem formais”, garantiu Barcellos.
Para o promotor de Justiça, Adriano Marmitt, ha interesse do Ministério Público em combater este crime, que afeta ao País inteiro. O dinheiro gasto no combate e prevenção com a venda de peças de carros roubados ou furtados, de acordo com o promotor, poderia ser canalizado para outro setor. "Com esta iniciativa, tenho certeza de que daqui alguns anos não terá mais espaço para o comércio clandestino de venda de peças de automóveis", projetou Marmitt.
O cadastramento das empresas interessadas começou no ano passado. Um total de 573 empresas que lidam com o comércio de peças de veículos usadas se inscreveram. Destas, o credenciamento foi aberto as 403 firmas que tiveram o cadastramento homologado. O prazo para os interessados foi prorrogado até 29 de abril.