Segundo o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de NH, Lauro Amaral, a data-base da negociação era em maio, mas até agora não houve acordo. O sindicalista alegou que os empregadores tiveram desoneração na folha, subsídio na energia elétrica e incentivo para compra de máquinas. "Cada vez eles estão ganhando mais dinheiro. No Brasil, em dois anos, foram criados mais de 4 milhões de empregos. Só na nossa cidade foram criados 4 mil empregos. Então, está na hora do patrão reconhecer e dar uma contrapartida para o trabalhador", argumentou.
Os metalúrgicos também pedem creches e o fim do fator previdenciário. "Uma pessoa trabalha a vida toda dentro de uma fábrica e, quando vai encaminhar a aposentadoria, o ônus chega a 40% do salário para homens e 50% para mulheres. É uma luta desigual", destacou.