O estabelecimento prisional é o último albergue emergencial para detentas ainda existente na região Metropolitana, de um total de seis, e vai ser interditado para presas novas, a partir de 30 de julho. Somente as mulheres que já cumprem pena no local poderão permanecer na unidade do bairro Partenon, que é um anexo do Instituto Penal Feminino de Porto Alegre. Segundo o magistrado, a interdição decorre da falta de manutenção dos albergues, construídos em 2009.
A ordem de interdição já chegou para a direção do IPF. No entanto, de acordo com a assessoria de imprensa da Superintêndencia de Serviços Penitenciários (Susepe), o documento ainda não chegou ao gabinete do superintendente Gelson Treiesleben.
O titular da Susepe disse que tentará reverter a decisão dentro do prazo que finaliza no dia 30. Segundo ele, assim que receber os documentos irá traçar planos e verificar se há necessidade de obras para o prédio.