No mesmo dia em que a BM deteve 120 flanelinhas no Centro de Porto Alegre, o diretor executivo da Cooperativa de Auxílio Amplo (Cooperamplo), João Luiz Abreu disse ter recebido ameaças. De acordo com o diretor da entidade que representa os guardadores legalizados de veículos, a intimidação partiu de flanelinhas ilegais que atuam na cidade, insatisfeitos com a decisão da entidade de seguir recomendações da EPTC quanto aos locais de estacionamento permitidos.
Conforme a Brigada Militar, mais de 120 flanelinhas foram detidos por PMs na área central de Porto Alegre e retirados de atuação. O objetivo da operação é acabar com a guerra entre os guardadores cadastrados pela Prefeitura e os clandestinos.
O comandante do Pelotão de Operações Especiais do 9º BPM, capitão Miguel Godoy, disse que durante a abordagem o guardador irregular é orientado e se afastar da rua. "Se continuar na atividade é preso por crime de desobediência", argumentou o capitão. Os flanelinhas ilegais foram orientados pela Brigada Militar a procurar a cooperativa da categoria, para que sejam cadastrados e possam exercer a função.
Diretor de cooperativa dos guardadores de veículos garante ter sofrido ameaças
A intimidação parte de flanelinhas clandestinos