Apesar disso, a diretora-adjunta do DEP, Denise Cantarutti, descartou que a obra do conduto tenha sido mal executado. "Alguns trechos estão concluídos há oito anos e não apresentaram danos. Caso a execução tivesse algum defeito apareceria antes", declarou.
O DEP vai contratar uma empresa para realizar uma inspeção em todo o conduto forçado. A licitação está em fase final. O trabalho deve durar dois meses a partir de seu início. Em fevereiro, um temporal provocou o rompimento na estrutura principal da obra na rua Coronel Bordini.