O objetivo da medida é evitar períodos vagos entre uma e outra disciplina. Assim, com o fim da paralisação, os grevistas ocuparão manhãs, tardes e noites inteiras, sem janelas, para recuperarem as classes, explicou Maria Eulália. Ela disse que é cedo para falar se haverá recuperação também aos sábados.
Os diretores foram orientados ainda a não aceitar o registro de ponto dos professores que aderirem à greve. “Os grevistas, inclusive, fazem questão de se mostrarem como tal. Então, não é uma medida de repressão. É uma medida de orientação conforme o plano de carreira do magistério, que orienta que a verdade deve estar expressa”, disse.
Sobre o pagamento dos dias parados, ela explicou que “essas questões serão tratadas a medida que forem surgindo”. Os professores tradicionalmente pedem os valores não pagos durante a greve, garantindo que recuperam os dias sem aula. Ela reiterou não ter como atender a demanda do Cpers, que exige o pagamento imediato do piso nacional da cagetoria.