Geral

Diversidade do RS sempre esteve nas páginas do Correio do Povo, diz Sartori

Governador do Estado parabenizou jornal pelos 120 anos

Governador Sartori visitou a sede do CP nesta quinta-feira
Governador Sartori visitou a sede do CP nesta quinta-feira Foto : Mauro Schaefer
O governador do Estado José Ivo Sartori foi uma das autoridades que estiveram na sede do Correio do Povo na rua Caldas Júnior, no Centro de Porto Alegre, nesta quinta-feira, dia que o jornal completa 120 anos de história. Sartori destacou a importância do CP para, além de informação, ajudar na comunicação entre os gaúchos ao longo dos anos.

“Para mim é uma obrigação como governador do Estado estar aqui nas dependências do Correio do Povo neste aniversário de 120 anos. A comunicação e o jornalismo têm na história do Correio do Povo quase que uma presença de toda a imigração mais importante dos 120 anos do Rio Grande do Sul. O RS é construído muito da imigração, primeiro dos índios que nasceram aqui, depois dos brancos europeus e dos negros que vieram para esses lados. Depois vieram todas as outras imigrações e formaram essa diversidade étnica e cultural do Estado. Digo em nome de todos os gaúchos e gaúchos a contribuição que o Correio do Povo deu para a comunicação entre todas as pessoas. Essa diversidade empre esteve presente em todas as colunas e todos os momentos da vida do jornal”, disse Sartori ao programa Agora da Rádio Guaíba.

José Ivo Sartori destacou ainda que lê o Correio do Povo desde criança, quando ainda morava em Farroupilha. O governador recordou que foi pelo jornal que ficou sabendo da morte do então presidente Getúlio Vargas, em 1954.

“Em Farroupilha, com 10 ou 11 anos, já tinha acesso ao Correio do Povo. Com 13 fui para Antônio Prado acompanhando a minha família e sempre circulou aquele jornal grande que todo mundo conhecia e tinha presente na vida de todos. Me recordo que em 1954, eu tinha seis anos de idade, e um homem voltou a cavalo de Farroupilha com um jornal que tinha saído com o suicídio do Getúlio Vargas. Ele mostrou o jornal e disse 'avisa tua família que o Getúlio se matou'. Isso é uma referência que guardo até hoje do jornal”, recordou o governador.