O diretor-geral do DMLU, Mário Moncks, definiu os primeiros dias como um êxito e respondeu às reclamações de que alguns contêineres ficaram superlotados. “A partir da coleta regular deverão diminuir imediatamente os problemas de contêineres com lixo acima da capacidade, o que ganhou destaque na fase de implantação, na semana passada, mas sabemos que ainda há ajustes e adaptações a serem feitas nos próximos dias", justificou.
Moncks admitiu que o Departamento vai ter de encontrar soluções para fiscalizar o motorista que para o carro a menos de um metro de distância de cada contêiner, para que o braço automático do caminhão coletor possa alcançar o dispositivo na hora da coleta. Ele também reconhece que a disposição equivocada de lixo seletivo (seco) e até mesmo resíduos da construção civil nos contêineres pela população também é um problema a ser enfrentado.