O supervisor de meio ambiente da Smam, José Francisco Rodrigues Furtado e o supervisor de operações do DMLU, Adelino Lopes Neto explicaram à delegada que o lixo não foi depositado sobre o terreno. Segundo eles, os resíduos eram colocados numa caçamba que, após ficar cheia, era levada à Lomba do Pinheiro. Elisangela reconheceu o esforço do município em resolver o problema da coleta, mas autuou os órgãos por negligência e imperícia. “Se entende que tenham agido para atender uma emergência da cidade, mas faltou cautela”, declarou. Os representantes assinaram um Termo Circunstanciado e terão que responder na Justiça pela conduta irregular.
A delegada informou que é preciso uma licença da própria Smam para o depósito de lixo dentro do município. Segundo Elisângela, o processo não é informal e exige uma série de procedimentos para a liberação.