Os manifestantes que participaram do protesto são contrários às Parcerias Público Privados (PPPs). O modelo, negociado com a Coca-Cola, permitiu a instalação dos chafarizes do Glênio Peres. Uma avaliação, na manhã desta segunda-feira, constatou a necessidade da aplicação de um removedor químico vai para a retirada das manchas, carimbos e inscrições. No chão do largo há dizeres como: "espaço público!" e ainda "você toma Coca-Cola. Coca-Cola toma seu espaço".
Durante o protesto, o grupo também fixou faixas para mostrar a indignação com a BM em função do conflito do dia 4 de outubro, quando o boneco foi desinflado e manifestantes foram agredidos em uma ação "exagerada" da polícia, conforme o grupo. A Polícia Civil revelou que o boneco não chegou a ser danificado, apenas esvaziado. A Coca-Cola divulgou, na noite da última quinta-feira, que não pretende reinstalar o tatu-bola.