Os elefantes são incapazes de usar os lábios para emitir sons, uma vez que seu lábio superior é unido ao nariz para formar a tromba. Mas Koshik forma palavras enrolando a tromba e inserindo-a em sua boca. Em seguida, coloca a ponta da tromba na língua ou no céu da boca, para criar diferentes efeitos. Os pesquisadores não sabem como o elefante desenvolveu a habilidade de repetir palavras que, provavelmente, ouviu de seu tratador, Kim Jong-Gap, nos últimos 19 anos.
"Os únicos vínculos sociais de Koshik são com seu tratador. Acreditamos que ele tenha aprendido e repita as palavras para criar uma relação de confiança", explicou Oh Suk-Hun, veterinário de Everland, que estudou o comportamento do paquiderme com cientistas das universidades de Viena (Áustria) e Jena (Alemanha).
Koshik nasceu em 1990, em um zoológico perto de Seul. Chegou a Everland com 3 anos. "Koshik é como meu bebê, porque cuido dele desde que chegou", disse Jong-Gap. "Dormi perto de Koshik durante um mês quando comecei a cuidar dele, e acredito que seja por isso que nos sentimos tão próximos, a ponto de ele ter começado a imitar minha voz", avaliou o tratador.
Assista ao vídeo do paquiderme falante: