No sábado, o advogado da companhia, Manoel Pedro Castanheira, relatou que não poderia dizer se o elevador estava em condições de uso ou não. Ele enfatizou que, apesar da instalação ter sido concluída na noite anterior, ainda seriam necessários ajustes no equipamento.
Conforme nota da empresa, não há condições de realizar uma avaliação técnica da tragédia, pois os trabalhos no elevador não foram concluídos para possibilitar sua operação. Desta forma, a AGS Elevadores vai aguardar a perícia policial para fazer novos pronunciamentos, segundo a nota.
No último dia 3, Zeli da Silva Matos, de 80 anos, morreu em um acidente com o elevador em uma igreja na rua Roque Calage, por volta das 8h40min. Segundo o delegado Cristiano de Castro Reschke, da 1ª Delegacia de Polícia de Pronto-Atendimento (DPPA), ela ficou prensada na porta ao sair do segundo andar e o elevador continuou em movimento. A nora de Zeli, de 53 anos, estava no elevador e uma neta, de 9 anos, já havia saído. Nenhuma delas ficou ferida, mas a primeira entrou em estado de choque a precisou ser medicada.