A loja teve promoções e baixou o preço de alguns objetos ao valor de custo, apenas para cobrir o prejuízo. “A rede tem lojas também na Vigário José Inácio, em Canoas, Curitiba e Belo Horizonte, e em nenhuma se vendeu como nas outras edições do campeonato mundial”, conta.
Segundo Alexandre, quando os jogos aconteceram em outros países a venda foi muito melhor. “Em outras Copas chegava a faltar mercadoria, mas nesse ano, acho que por causa dos protestos, o pessoal ficou com medo de decorar e participar mais. Só na primeira fase tivemos um bom movimento”. Alexandre conta que os Fulecos, símbolo da Copa, foram comprados apenas pelos argentinos.
Uma outra loja na Rua da República com a José do Patrocínio, no bairro Cidade Baixa, foi cautelosa com os investimentos. “As coisas foram sendo compradas na medida em que eram vendida. Portanto, compramos pouco e vendemos quase tudo”, destacou a vendedora Maria Augusta Miranda. “Vamos ver se conseguimos vender ainda o que restou, mesmo com essa decepção”, finalizou.