Conforme o diretor do Sindicato dos Bancários, Ronaldo Zeni, a conquista do reajuste acima dos índices de inflação foi positiva. “O fim da greve no setor privado também enfraquece a mobilização dos públicos. Vamos levar as pautas sociais, de saúde e segurança para a mesa de negociações periódicas”, adiantou o sindicalista.
Segundo Ronaldo, o BB acertou aumento de 7,5% sobre os salários e de 13% sobre o piso. Já a CEF aceitou os mesmos 7,5% e 10,8% para o piso. A expectativa para os próximos dias, afirma o sindicalista, é de agências cheias em virtude da demanda represada pela greve.
“É comum após as paralisações que as agências trabalhem com contingente máximo até que o fluxo de serviço esteja normalizado”, diz. Para ele, as consequências do represamento não devem chegar ao fim do mês, quando o movimento de clientes intensifica nos bancos.