Hoje os candidatos têm quatro horas e meia para realizar as provas de ciências humanas e da natureza. No domingo será a vez das linguagens, códigos e suas tecnologias, redação e matemática, com tempo de cinco horas e meia.
O movimento em frente aos locais de prova começou por volta das 11h. De olho em uma vaga no curso de Psicologia da Pucrs, Acácio de Azevedo Dai Prá, 26 anos, era o primeiro da fila no Colégio Parobé. Mais do que entrar na universidade, ele espera que os erros do Enem do ano passado não se repitam. Na ocasião, Dai Prá foi um dos prejudicados pela falha no cartão de resposta e teve de refazer a prova. “Espero que desta vez seja mais organizado”, torce.
Em frente ao Colégio Protásio Alves, pouco antes da abertura do portão, ao meio-dia, Isabel Motta, 25, aproveitou para dar uma última revisada em História do Brasil. A jovem busca uma vaga em Medicina e afirmou ter se preparado para o exame. “Estou dando uma última olhada nas coisas mais importantes, como história da ditadura e política atual”, explicou.
Cinco minutos e adeus Enem
Enquanto alguns entravam no local da prova cheios de esperança, para outros a tarde foi de decepção. Marcelly Beretta, 18, chegou cinco minutos atrasada e não conseguiu entrar no Instituto de Educação Flores da Cunha. Ela, que buscava uma vaga em Medicina, disse ter saído de casa, na Avenida do Forte, ao meio-dia. O problema, segundo Marcelly, foi que o ônibus demorou para chegar à avenida Oswaldo Aranha. “O trânsito dessa cidade que é um inferno”, lamentou.