Com o fechamento da avenida Beira-Rio, no sentido Centro-zona Sul, o público - de bicicleta, patins ou a pé - pôde curtir a obra que se tornou nova opção de lazer, após ser inaugurada na última sexta-feira. Muita gente aproveitou para tirar fotos do renovado ponto turístico da Capital.
O local também foi utilizado por quem simplesmente queria voltar a contemplar o Guaíba. O público ao longo do trecho 1 do parque Moacyr Scliar aproveitou o fechamento da avenida Beira Rio para tomar o tradicional chimarrão ou para comer bergamota. Muita gente aproveitou o domingo ensolarado e contemplou o pôr do sol do Guaíba o que não pode ser feito há quase três anos.
Como a orla do Guaíba virou uma atração turística, o trânsito na região ficou completamente congestionado durante todo o domingo. Nas avenidas João Goulart, Loureiro da Silva e Augusto de Carvalho e nas ruas Duque de Caxias, Fernando Machado, Riachuelo e dos Andradas, os motoristas precisaram ter muita paciência porque a circulação de carros ficou completamente lento e congestionado. No sentido zona Sul/Centro, na avenida Beira Rio, o tráfego de veículos também ficou prejudicada com os motoristas levando mais de 60 minutos para chegar até o trecho 1 da nova Orla do Guaíba.
As amigas Renata Ferraz e Jussara Teixeira, moradoras do bairro Menino Deus, decidiram conhecer o local de bicicleta. Elas chegaram a orla do Guaíba por volta das 15h e disseram que estavam impressionadas com a obra. "Estava com saudade de reencontrar o Guaíba", comentou Renata que gosta de apreciar o pôr do sol nas proximidades da Usina do Gasômetro.
Já Renan Vilaça, que estava acompanhado da esposa e das duas filhas, trouxe cadeiras de praia para que a família pudesse curtir o domingo em plena avenida Beira-Rio. "Trouxemos o chimarrão e lanche para passar a tarde neste local que ficou muito bonito", destacou.
A Orla Moacyr Scliar possui ciclovia e passeio público, mirantes, quadras esportivas, ancoradouro para barcos de passeios turísticos, quatro bares e um restaurante panorâmico. Orçada em R$ 71 milhões, a obra foi executada com recursos do CAF (Banco de Desenvolvimento da América Latina).