O prefeito considerou o pedido exagerado e em momento inadequado, e dispensou submeter o caso à apreciação do Conselho Municipal de Transporte. Segundo Vicente, a empresa mostra "insensibilidade total" com o cenário que vive o País, com a população clamando nas ruas por transporte público mais barato e eficiente. Em Cachoeirinha, o protesto foi marcado para sexta-feira.
Pires antecipou, inclusive, que cogita reduzir o valor da passagem, e que espera o resultado de uma auditoria contratada pela Secretaria de Mobilidade Urbana. O cálculo deve ficar pronto até 15 de julho. Em Cachoeirinha, o volume de isenções criado ao longo dos anos pesa no transporte coletivo. Cerca de 30% dos 272 mil passageiros – o equivalente a quase 100 mil pessoas – passa de graça nas roletas.