Segundo a Concepa, as equipes trabalham para resolver o problema e permitir o içamento para a passagem de navios, mas não há prazo para que o trabalho seja concluído. Além dos problemas gerados pela colisão do navio, o tempo de uso da ponte, inaugurada em 1958, contribuiu com a interrupção da passagem de veículos por quase cinco horas hoje.
O vão móvel da Ponte do Guaíba passou por interrupções quando estava içado a uma altura de 16 metros do eixo rodoviário. O problema precisou ser resolvido manualmente, num esforço que envolveu 70 pessoas no acionamento das manivelas.
Caos no trânsito
A pane no vão móvel aconteceu por volta das 9h15min e o trânsito voltou a fluir às 13h45min. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o fluxo de veículos normalizou cerca de uma hora e meia depois. Durante esse período, pelo menos oito pacientes foram retirados do local por um helicóptero do Grupamento Aéreo da Brigada Militar e por viaturas da Concepa. Entre eles, havia três grávidas e dois pacientes com câncer, um deles que se deslocava para uma cirurgia.
O prefeito de Guaíba, Henrique Tavares, foi uma das pessoas que não conseguiu atravessar a ponte nesta manhã. Um foragido da Penitenciária Estadual do Jacuí (PEJ) também foi capturado depois que motoristas suspeitaram que ele estaria rondando carros para assaltar.