Conforme a Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC), pelo menos 22 vias registraram pontos de acúmulo de água devido ao mau tempo. O cruzamento da Bento Gonçalves com a Aparício Borges foi o único em que houve bloqueio total. Entre os pontos que causaram transtornos estava a rua dos Andradas, no Centro Histórico, que ficou totalmente alagada, próximo ao cruzamento com a rua Caldas Júnior e ao longo de sua extensão. As bocas de lobo não conseguiram dar vazão para a quantidade de água. Os veículos seguiram transitando, apesar de encontrarem o trânsito mais lento.
Queda de árvores
Na José de Alencar com a avenida Padre Cacique, no bairro Menino Deus, a situação foi ainda pior, com a quantidade de água que prejudicou a passagem dos automóveis. No bairro Partenon, a Unidade de Saúde Santo Alfredo teve os atendimentos suspensos temporariamente. O titular da Secretaria de Serviços Urbanos de Porto Alegre, Ramiro Rosário, acompanhou o trabalho das equipes. Ele informou que além das 34 árvores que caíram no vendaval de sábado para domingo, foram registradas sete quedas nesta segunda-feira.
Os colaboradores da pasta realizaram também intervenção emergencial em pontos específicos, como na esquina da rua da República e José do Patrocínio, no bairro Cidade Baixa. “Além de ações preventivas, em dias como esta segunda, que teve grande volume de chuva em curto espaço de tempo, ações emergenciais são necessárias nas redes para buscar aumentar a vazão da água e minimizar o acúmulo em vias”, detalhou.
Rosário disse que rapidamente as vias que apresentaram problemas puderam ser utilizadas pelos condutores com tranquilidade. “Todas as casas de bombas estiveram operando dentro das limitações já conhecidas. Nos bairros Santa Maria Goretti, Vila Farrapos e Anchieta, embora tenha ocorrido acúmulo de água em algumas ruas, não tivemos relatos de casas e empresas invadidas pelas águas”, explicou o secretário.