As instituições orientam que somente os casos graves sejam encaminhados às emergências do Sistema Único de Saúde (SUS). No Hospital de Clínicas, 116 pessoas estão em um espaço que comporta 49. No São Lucas, 32 pessoas dividem 15 leitos e na Santa Casa, 31 pacientes se aglomeram em uma ala que suporta até 12 pessoas.
O Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers) informou que há risco de que vidas deixem de ser salvas e o que os direitos humanos dos pacientes e dos profissionais de saúde estão sendo violados com essa situação. A Secretaria Municipal da Saúde adianta que serão feitos novos investimentos, entre eles a criação de 500 novos leitos nos setores de emergência até 2013.