A empresa, na avenida Berto Círio, foi uma das cinco vistoriadas por MP e Polícia Civil durante o dia e trabalha com limpeza, manutenção e reciclagem de tanques de combustível. De acordo com a delegada Elisângela Reghelin, um dos tonéis estocados estava “vazando uma borra oleosa que é altamente perigosa”. O resíduo atingia área de preservação permanente. Amostras do solo e efluentesforam recolhidas no mesmo momento em que o empresário dono do estabelecimento era preso. Conforme ela, o local operava sem licença, que havia sido proibida em 2010, pela Brigada Militar.
O empresário responderá por três crimes: armazenamento irregular de resíduos perigosos contaminando solo e área de preservação permanente, operação de atividade suspensa e operação de atividade poluidora sem licença ambiental.
Desde dezembro, 22 pessoas foram conduzidas à delegacia por flagrantes de crimes ambientais em operações desencadeadas pela Promotoria Regional de Defesa do Meio Ambiente do MP e pela Dema.