A prefeitura de Bagé confirmou a contratação de uma empresa especializada para fazer um levantamento topográfico e indicar o número exato de famílias que terão de ser removidas de áreas de risco, a menos de 30 metros das margens dos principais arroios da cidade. As informações são do coordenador da Defesa Civil, capitão Max Meinke.
Em novembro do ano passado, cerca de 500 pessoas residentes às margens do arroio Bagé tiveram suas casas invadidas pelas águas e perderam total ou parcialmente os seus móveis e utensílios. Meinke antecipa que não serão apenas as famílias carentes que precisarão ser removidas. Segundo ele, há casos de famílias de classe média que se encontram nas mesmas condições.
O coordenador afirma que não há risco de deslizamentos de encostas, na área urbana de Bagé, mas pelo menos 34 famílias terão que ser removidas. A Coordenadoria Municipal da Defesa Civil, o prefeito de Bagé, Luís Eduardo Colombo, e secretários municipais se reuniram nesta terça-feira para definir providências para a retirada das famílias. A prefeitura já tem garantidos R$ 1,75 milhão do Ministério da Integração Nacional para a remoção, obtidos depois da enxurrada que atingiu o município em novembro.
Empresa fará levantamento topográfico de áreas de risco em Bagé
Em novembro, cerca de 500 pessoas tiveram suas casas invadidas pelas águas