De acordo com o gerente executivo da ATP, Luiz Mário Magalhães Sá, serão apresentados todos os itens que compõem o cálculo de reajuste, como custos operacionais, gastos com empregados, números de isenções e transportados. A categoria não teve o reajuste do ano passado atendido, quando pedia passagem a R$ 3,30.
Sobre o reajuste de 7,5% para os empregados, definido hoje pelo TRT, Magalhães Sá avaliou que o tribunal “praticamente repetiu a proposta da ATP”. Ele concluiu que a reposição salarial “foi satisfatória” e disse esperar que a definição judicial normalize o sistema de transporte urbano de Porto Alegre.