Segundo o conselheiro Ayres Luiz Apolinário, representantes de 30 mil usuários fizeram várias críticas contra o poder concedente, especialmente na questões de excesso de lotação, redução de oferta em determinados horários e intervalo muito grande entre as viagens, principalmente à noite. Mesmo ouvindo o grande número de reclamações de presidentes das Câmaras de Vereadores e de líderes estudantis e comunitários, Apolinário observa que a Agergs “não tem poder de polícia” e, por conta disso, não pode aplicar multas ou sanções contra as empresas permissionárias. “O que podemos fazer é encaminhar as demandas à Metroplan”, observa o conselheiro.
A Agergs também assumiu o compromisso de enviar cópia da ata da reunião às Câmaras Municipais de Capão do Leão e Pelotas, além de encaminhar os cálculos de reajuste tarifário para análise e, homologação do Conselho da Agergs que se reúne ainda em janeiro ou na primeira quinzena de fevereiro.