O docente foi visto pela última vez em 19 de maio, quando a faxineira do apartamento em que ele morava contou que o professor chegou em casa com as compras da feira e saiu dizendo que pretendia sair para uma caminhada, levando apenas o celular e a chave de casa. Em seguida, Reali saiu em direção à avenida Borges de Medeiros.
Na segunda-feira, ao voltar ao apartamento, a doméstica, que tinha a chave do imóvel, percebeu que as compras da feira seguiam intactas e que o carro do professor permanecia na garagem. O caso preocupou também os colegas de trabalho, que estranharam a ausência de Reali, já que ele nunca havia faltado ao colégio sem avisar nem tinha o costume de chegar atrasado.