Para a coordenadora do Comitê de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes do Rio Grande do Sul, Mariza Alberton, o assunto é muito delicado e por isso mesmo precisa de planos. “O documento deve olhar para cada região do país, também pelas suas especificidades”, argumentou a coordenadora.
O evento é uma promoção do Comitê Nacional de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes em parceria com a Ciranda (Central de Notícias dos Direitos da Infância e Adolescência) e a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República e apoiado pela Universidade Federal do Paraná (CESPDH-UFPR).