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Engenheiros e arquitetos da Capital encerram operação-padrão

Paralisação impedia a liberação de vistorias, laudos, habite-se e projetos desde abril

Os 435 engenheiros, arquitetos, geólogos, geógrafos e biólogos da prefeitura de Porto Alegre aceitaram a proposta do governo, nesta sexta-feira, e encerraram a operação padrão iniciada em 18 de abril. A paralisação impedia a liberação de vistorias, laudos, habite-se e projetos. O movimento prejudicou o setor da construção civil e ameaçava o andamento das obras da Copa de 2014. Pela proposta, os servidores receberão uma gratificação por produtividade.

As categorias reivindicavam a gratificação técnica de R$ 3,5 mil, em equiparação com os servidores da Procuradoria Geral do Município e da Secretaria da Fazenda. O presidente do Sindicato dos Engenheiros (Senge), José Luiz Bortoli de Azambuja, disse que a partir agora uma comissão paritária entre o sindicato e a prefeitura vai ser organizada para que a gratificação seja efetivada.

O prefeito José Fortunati afirmou que o acerto foi positivo para a cidade e ressaltou que a gratificação vai respeitar alguns critérios. Fortunati informou ainda que a prefeitura revisará os valores das taxas técnicas. Na folha de junho, os profissionais já receberão um abono de R$ 500.

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