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Ensino de Porto Alegre revela pioneirismo

Capital já serve de exemplo para o resto do País e participa de debates mundiais

A história de projeção da Capital no cenário nacional e internacional se expressa numa caminhada educacional que também revela inserção, participação e contribuição em atualizados debates mundiais. Sede do 1º Fórum Mundial da Educação (FME), em 2001, o grande evento do Ensino - que surgiu a partir do Fórum Social Mundial (FSM) - completa uma década, em plena ação e sem esquecer suas raízes na Carta de Porto Alegre, que reafirmou a defesa da Educação pública como direito social inalienável e irredutível à condição de mercadoria.

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O pioneirismo no Ensino, no entanto, pode ser lembrado em propostas ainda mais antigas, como os efervescentes debates sobre Educação Popular ou a realização de grandes seminários, inclusive com a participação de Paulo Freire, nos anos 90; seguindo-se Alfabetização e Educação de Jovens e Adultos (Mova e EJA); discussões internacionais sobre Cidades Educadoras; polêmica e precursora adoção dos Ciclos escolares; implantação de Constituinte Escolar e gestão democrática, com a eleição direta para diretor, e Escola Aberta.

A partir de 2006, a Secretaria Municipal de Educação (Smed) implantou proposta de Educação integral (atividades no turno inverso ao escolar) e outros projetos. E em 2010, o Ensino integral, como ação prioritária, passou a contemplar todas as escolas Fundamentais regulares.

Smed da Capital

- Atuais projetos
- Cidade Escola
- Escola Aberta
- Adote um Escritor
- Centros Musicais
- Programa Brinca
- Inclusão Digital

A rede municipal de Ensino

- É formada por 96 escolas
- Possui cerca de 4 mil professores e 1.200 funcionários
- Atende a 55 mil alunos de Educação Infantil, Ensino Fundamental, Ensino Médio, Educação Profissional/nível Técnico e Educação de Jovens e Adultos (EJA)

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