"Nós ainda vivemos na sombra do Holocausto, uma sombra que não se dissipa e que nunca se dissipará. É fundamental guardar esse período na memória, ainda que seja dos mais pesados da História", explicou Nagelstein. Para o presidente da Federação Israelita do Rio Grande do Sul, Henry Chmelnitsky, a aprovação da proposta merece louvor. "Todas as minorias estão sendo contempladas e os estudantes terão uma visão aprimorada da história".
O projeto de lei, agora, terá de passar pela sanção do prefeito José Fortunati. Após, será publicado no Diário Oficial de Porto Alegre para entrar em vigor.