Já os carros que trafegaram de maneira irregular, com a vistoria vencida, por exemplo, também ficaram retidos. “Através da fiscalização, garantimos que os profissionais que trabalham nesta área sejam qualificados e, por
consequência, damos tranquilidade aos pais que contratam pessoas
capacitadas”, resumiu.
Existem 619 veículos cadastrados para atender mais de 15 mil estudantes de 868 escolas, conforme a EPTC. Para Kaster, os responsáveis pelos estudantes, na hora de assinar o contrato, precisam conferir se o motorista possui habilitação específica para o transporte de passageiros, e também se o prestador de serviço tem autorização para operar e se está de acordo com as normas previstas na legislação. “Uma regra clara, que pode ajudar, é a cor dos automóveis, pois no transporte escolar todos têm veículos bege com uma faixa amarela em que está escrita a palavra escolar”, explicou.
A família do motorista Vicente Finger trabalha há 25 anos nesse tipo de transporte. Adequado a todas as normas municipais e do Código Brasileiro de Transito (CBT), ele comemora a fiscalização da EPTC. “As pessoas contratam empresas clandestinas, muitas vezes sem saber, e colocam a segurança dos filhos em risco. A gente que está regularizado passa por cursos, tem carteira de habilitação D, alvará, tacógrafo, passa por vistoria frequente, tudo para prestar um bom serviço”, ressaltou Finger.