A movimentação no corredor de ônibus do Instituto de Educação General Flores da Cunha, na avenida Osvaldo Aranha, exemplifica a preocupação. Em poucos minutos é possível acompanhar dezenas de pessoas que descem na estação, mas no momento de atravessar, ao invés de utilizar a faixa de segurança, passam no meio da via ou entre os ônibus.
A situação é ainda mais preocupante porque em alguns corredores de ônibus, em função da instalação dos BRTs, o pavimento foi substituído de asfalto por concreto, como nas avenidas Bento Gonçalves e Protásio Alves. Assim, o veículo desliza com mais facilidade e pode fazer com que a velocidade aumente. Na cidade, os ônibus devem andar na velocidade definida das vias, que tem média de 60 km/h. Nas estações, a é menor, de no máximo 30%. Mesmo assim, alguns motoristas estavam trafegando bem acima do permitido.