A intenção é escolher a empresa responsável pela insfraestrutura do sistema, que possibilitará acompanhamento em tempo real na sede da EPTC, e também dos GPSs nos veículos. Para ajudar no custeio, haverá alteração no horário da bandeira 2. Atualmente, a partir das 22h os taxistas cobram o valor de R$ 2,74, enquanto a bandeira 1, a R$ 2,11, vigora das 6h às 22h. Com a mudança, a bandeira 2 passará a valer por mais duas horas, a partir das 20h.
Além do auxílio no pagamento do GPS, Cappellari fala que a medida tem a intenção de estimular a circulação dos veículos no período, já que é registrada grande demanda por táxis entre 20h e 22h na Capital.
Ele diz que o objetivo do rastreamento é melhorar a gestão do serviço na cidade, proporcionamento mais segurança e qualidade aos usuários. Com o monitoramento em tempo real, tanto pela EPTC quanto pelo permissionário, será possível verificar a velocidade do tráfego, itinerário, entre outros itens. Assim, em caso de reclamação haverá possibilidade de identificar de qual veículo se trata e também para situações em que passageiros esquecem algum objeto nos táxis.
A meta da EPTC é iniciar a instalação dos GPSs em março, para que até a Copa do Mundo, que inicia em 15 de junho, pelo menos metade da frota de quase 4 mil táxis já esteja equipada.
Outro projeto que também tramita na Câmara prevê a concessão do serviço de táxis para mais 120 permissionários, que deverão disponibilizar veículos adaptados a cadeirantes. Conforme o presidente da EPTC, a previsão é que a licitação seja lançada em janeiro.