Por conta disso, uma empresa gaúcha já apresentou um novo equipamento, em fase de testes até o fim do mês em 12 cruzamentos de Porto Alegre. Cada um deles custa em média R$ 11 mil, mas consegue manter o semáforo funcionando, mesmo sem energia elétrica, por até seis horas. Além disso, o tempo de vida útil é de cinco anos.
Antes de cancelar o edital, técnicos da EPTC testaram os equipamentos das empresas que haviam se candidatado ao certame. Todos os eletrônicos, porém, apresentaram falhas. O preço médio de cada um era semelhante ao que deve ser testado.
A necessidade de troca do atual modelo ganhou força depois que 304 sinaleiras entraram em pane devido à queda ou ao excesso de carga nos equipamentos, decorrentes da incidência de raios, além da falta de isolamento dos materiais nos meses de outubro e setembro do ano passado. Devido à chuva, os semáforos desligaram ou entraram em modo de segurança, período em que o equipamento opera em amarelo piscante.