Motta acrescentou que apenas o prédio onde houve a explosão ficará interditado. O hotel vizinho, Formule 1, terá apenas áreas específicas interditadas, mas será liberado ainda hoje. O subsecretário não descarta o risco de desabamento. “A explosão foi muito forte, porém os pilares de sustentação estão bem colocados, precisarão de reforma estrutural para que a edificação possa estar 100% segura. No momento não há risco iminente de desabar o prédio, porém a intervenção tem que ser rápida na contenção desses pilares”, afirmou.
Um dos feridos, o comerciário Marcio de Souza, 42 anos, foi atingido quando passava a cerca de 200 metros do local da explosão. Mesmo a essa distância, ele foi atingido por estilhaços no rosto e arremessado ao chão. Ao cair, ainda machucou um dos braços. O comerciário deixou agora há pouco o Hospital Souza Aguiar.
Uma mulher, identificada como Danielle Cristina Antunes Pereira, 18 anos, encontra-se em estado gravíssimo no centro cirúrgico do hospital. Ela sofreu trauma de tórax e fratura em uma das pernas. O outro ferido em estado grave, cujo nome ainda não foi divulgado pela assessoria do hospital, é um homem de 30 anos, que teve traumatismo craniano e no tórax. Das 17 pessoas atendidas no Souza Aguiar, 14 permanecem internadas.
Para o Hospital Miguel Couto, na zona sul do Rio, foi transferido um homem de 46 anos, também com traumatismo craniano e lesões no pescoço e nos olhos.
A Defesa Civil aconselha que, ao sentir cheiro de gás, as pessoas não provoquem fagulhas – acendendo fósforo ou ligando o interruptor, por exemplo – e procurem o órgão ou o Corpo de Bombeiros.