Em junho, o promotor de Justiça Paulo Estevam Araujo instaurou um inquérito civil para averiguar a situação. O grupo de trabalho vai incluir representantes do Laboratório Central do Estado (Lacen) e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A intenção é verificar, além da presença de metais pesados, a adição de açúcar não identificada na embalagem da erva-mate.
As cidades de origem e as marcas a serem investigadas ainda não foram reveladas pelo Ministério Público. O MP de Arvorezinha tomou a iniciativa de conduzir o processo pelo fato de o Vale do Taquari ser a principal região produtora de erva-mate do Rio Grande do Sul.
No fim de maio, a imprensa uruguaia divulgou que foram retiradas do mercado 200 toneladas de erva-mate produzida no Brasil em função do excesso de chumbo.