Segundo o sargento Adelino Hubner, quando a máquina foi desligada os tremores pararam. Ele reconhece que o abalo não teve grande intensidade, mas que a remoção de alunos e professores foi feita por motivo de segurança.
Até o fim da tarde, um engenheiro da prefeitura de Rio Pardo deve visitar o local para verificar se houve algum abalo na estrutura da escola. A instituição, instalada na região há 102 anos, teve aproximadamente 500 dos 1,3 mil alunos retirados das salas de aula durante a manhã. As atividades foram suspensas, também, nos outros turnos.