A primeira obra de revitalização da área do Espelho D’água do Parque da Redenção, na Capital, desde a inauguração, em 1939, provoca o fechamento do local. O motivo é a segurança de pedestres, já que a área está tomada por caminhões, retroescavadeiras e cerca de 20 trabalhadores. O local fica fechado por tapumes até junho. A obra começou na semana passada.
A reforma contempla a restauração do piso, das caixas de esgoto, floreiras do Espelho, muretas e 76 bancos. O chafariz deve passar por pintura, mas sem alteração da estrutura.
Segundo o arquiteto responsável pela execução da revitalização, Bruno Balbinot, a obra só não vai ser entregue no prazo estipulado se chover mais que o esperado para o período e houver alguma rede pluvial não catalogada pela Prefeitura. “Estamos trabalhando com chuva leve, inclusive. Temos a mesma pressa que o poder municipal para acabar a obra”, destacou.
O local é tombado pelo patrimônio histórico. Segundo o secretário do Meio Ambiente, Cláudio Dilda, não serão alteradas características como o ladrilho hidráulico em torno do Espelho D’água. “Os ladrilhos serão substituídos, além do basalto junto ao chafariz. A obra é necessária em razão da circulação de pedestres e passagem eventual de veículos de poda”.
Espelho d’água e chafariz da Redenção ficarão seis meses fechados ao público
Reforma contempla a restauração do piso, das caixas de esgoto, floreiras, muretas e 76 bancos