Beto Albuquerque disse não abrir mão da ampliação da malha rodoviária e redução da tarifa. Porém, ele admite que o futuro modelo também deve contar com pedágios. “Não podemos prescindir dos pedágios, mas ter um pedágio que custe metade do que o que está aí”, prometeu, cobrando melhorias: “não dá para continuar com pedágio só para manter a rodovia. Precisamos aumentar a capacidade das estradas”. O secretário disse ainda que o passivo alegado pelas empresas, de R$ 1 bilhão, deve ser questionado na Justiça, já que há um cálculo do Tribunal de Contas do Estado (TCE) que diz que esse saldo chegaria a R$ 69 milhões.
Estado contrata consultoria para modelo de concessão de estradas
Governo estadual garantiu em entrevista coletiva que não renovará os contratos atuais
O chefe da Casa Civil do Estado, Carlos Pestana, e o secretário de Infraestrutura e Logística, Beto Albuquerque, assinaram nesta quarta-feira um documento para contratar uma consultoria que indicará o novo modelo de concessão de estradas. Durante o ato, foi anunciado que o governo não pretende renovar os contratos atuais. “A nossa disposição sempre foi a de licitar esse processo, mas não nos furtamos de dialogar com as empresas”, declarou o secretário.
Beto Albuquerque disse não abrir mão da ampliação da malha rodoviária e redução da tarifa. Porém, ele admite que o futuro modelo também deve contar com pedágios. “Não podemos prescindir dos pedágios, mas ter um pedágio que custe metade do que o que está aí”, prometeu, cobrando melhorias: “não dá para continuar com pedágio só para manter a rodovia. Precisamos aumentar a capacidade das estradas”. O secretário disse ainda que o passivo alegado pelas empresas, de R$ 1 bilhão, deve ser questionado na Justiça, já que há um cálculo do Tribunal de Contas do Estado (TCE) que diz que esse saldo chegaria a R$ 69 milhões.
Beto Albuquerque disse não abrir mão da ampliação da malha rodoviária e redução da tarifa. Porém, ele admite que o futuro modelo também deve contar com pedágios. “Não podemos prescindir dos pedágios, mas ter um pedágio que custe metade do que o que está aí”, prometeu, cobrando melhorias: “não dá para continuar com pedágio só para manter a rodovia. Precisamos aumentar a capacidade das estradas”. O secretário disse ainda que o passivo alegado pelas empresas, de R$ 1 bilhão, deve ser questionado na Justiça, já que há um cálculo do Tribunal de Contas do Estado (TCE) que diz que esse saldo chegaria a R$ 69 milhões.