A interpretação do Palácio Piratini é de que o percentual deve ser pago sobre os 45 minutos adicionais, correspondentes ao último período de aula, já que nenhuma escola funciona após as 22h45min. O secretário da Casa Civil, Flavio Helmann, projeta impacto pequeno, mas segue evitando divulgar a quantidade de professores beneficiada. O governo alegou que o pagamento não era efetuado por não haver previsão legal para isso no Estatuto do Magistério.
Mesmo que a Casa Civil não trabalhe com números, o Cpers estima que 20 mil professores possam ser beneficiados. A Justiça entendeu que o Estatuto do Servidor Público, que garante o adicional noturno para o restante do funcionalismo, deve prevalecer, nesse caso, sobre o do Magistério.