De acordo com o superintendente da SPH, Vanderlan Vasconselos, a TRG solicitou 90 dias para que a embarcação ficasse atracada no Cais Navegantes até que fossem feitos os reparos necessários para que continue operando. "O prazo venceu no dia 11 de junho e o navio, depois de 38 dias, permanece no mesmo local, sem previsão para ser retirado", explica.
Já o Frota Argentina, navio de bandeira brasileira, chegou ao porto da Capital, carregado com sal, vindo do Rio Grande do Norte, para onde retornaria com arroz. No entanto, após inspeção de rotina, foram verificadas irregularidades, o que obrigou a permanecer atracado no Cais Mauá. "A atracação aconteceu na manhã de 2 de março, com previsão para ser retirado até o final do mês de junho, após as reformas necessárias", disse Vasconselos.
A medida, segundo o superintendente, deverá evitar que o porto enfrente problemas similares aos criados pelos navios paraguaios, interditados pela Marinha do Brasil, por não terem condições de segurança para navegação e permanecem há 14 anos atracados no local. "Precisamos tomar atitudes preventivas com relação a situações como esta".
O titular da SPH lembra ainda que a área do Cais Mauá está licitada e o Estado está em um processo de desocupação da área do Caís Maúa. "E o navio está atracado num ponto que logo precisará ser liberado para que o projeto seja executado", disse.