O Estado deve iniciar a construção de mais três presídios sem licitação. As unidades de Camaquã, Venâncio Aires e Alegrete, que abrigarão 600 apenados cada, ainda não saíram do papel, mas a necessidade de ampliar o sistema, de forma urgente, é a justifica do Piratini. O custo estimado de cada presídio supera os R$ 20 milhões. Os conjuntos podem ser concluídos ainda neste ano.
O engenheiro da Secretaria Geral de Governo confirmou nessa tarde a intenção do Estado. Alcimar Arraes informou que outra obra sem licitação já foi iniciada. É o caso da Penitenciária Feminina de Guaíba, que deve abrigar 400 mulheres até o fim deste ano. O prédio está sendo levantado no lado esquerdo da BR -116, no sentido Porto Alegre - Interior, próximo à praça de pedágio que fica no município.
Em Arroio dos Ratos, outra obra com previsão de 670 vagas deve estar concluída em 2011. O Estado ainda projeta a construção de um albergue para o regime semiaberto em Guaíba. Nos dois casos, o projeto prevê licitações. A construção da Penitenciária de Passo Fundo pode começar em julho, já que o Superior Tribunal de Justiça autorizou uma das empresas participantes da licitação a iniciar os trabalhos. Além dessas, há o projeto do Complexo Prisional de Canoas, financiado por uma Parceria Publico Privada (PPP).
Já o Governo Federal tem projeto para construir uma penitenciária no Vale do Sinos e outra em Guaíba. A conclusão de todos os projetos deve zerar o déficit prisional, estimado hoje em dez mil vagas.
Estado pretende construir mais três presídios sem licitação até o fim do ano
Em Guaíba, casa para abrigar 400 apenadas já começou a ser levantada