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Estado vai fazer nova vistoria em colégio que teve aulas suspensas depois de estrondo

Direção garante que, se nada for feito até quarta, nova estratégia de pressão vai ser adotada

Protásio Alves atende cerca de dois mil alunos, matriculados em três turnos diferentes
Protásio Alves atende cerca de dois mil alunos, matriculados em três turnos diferentes Foto : Samuel Maciel / CP Memória
Uma nova vistoria foi prometida, nesta sexta-feira, pelo secretário da Educação no colégio Protásio Alves, em Porto Alegre. A escola ficou fechada por três dias, até quarta-feira, em função de um estrondo sentido pelos estudantes e constatações de rachaduras em paredes. De acordo com a diretora Ana Maria Souza, não foram indicados prazos para ocorrer a visita técnica. Ela disse que se até o dia 14 nenhuma medida for tomada, uma nova “estratégia de pressão” vai ser estudada pelos professores, pais e alunos da escola.

Pelo menos seis alunos pediram transferência nessa quinta-feira, ao alegarem insegurança com a estrutura na instituição de ensino. Conforme um laudo da Secretaria de Obras, as causas podem estar ligadas à grande circulação de veículos pesados nas imediações. O relatório da primeira vistoria apontou que o dano físico é pontual, restrito à entrada frontal do prédio, e não compromete as demais dependências da escola. Contudo, a área afetada, que engloba três laboratórios, vai permanecer isolada até que uma reforma seja concluída.

Hoje, houve uma reunião entre o secretário Vieira da Cunha e a comunidade escolar. Foi quando pais e professores pediram uma nova vistoria, por entenderem que a primeira foi insuficiente e não restabeleceu a sensação de segurança para estudantes e famílias. O Protásio Alves atende cerca de dois mil alunos, matriculados em três turnos diferentes.