Presente na mesma aula de Física, o estudante de Engenharia Ambiental Cristiano Rocha Born, de 19 anos, relatou que Zilmar apresentou espasmos, como em um quadro de taquicardia. Sem saber como proceder, os alunos colocaram Zilmar de lado para não engolir a língua, enquanto tentaram acionar o ambulatório da universidade. Sem êxito, já que o posto, segundo ele, já havia fechado, o grupo acionou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), que teria demorado 20 minutos para chegar à sala.
“Além da localização do campus ser difícil para um leigo, o ambulatório estava fechado. Ele ficou 40 minutos sem respirar e morreu”, indignou-se.
Conforme a assessoria de imprensa da Ufrgs, o acadêmico teve atendimento tão logo o fato ocorreu por professores e estudantes da universidade, e, na sequência, o Samu foi acionado. No entanto, o suposto enfarto foi fulminante.
Sobre o horário de atendimento do ambulatório, a assessoria não soube precisar a carga horária dos profissionais da área da saúde e o funcionamento do setor.